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terça-feira, 24 abril 2018

3º Tour de Corte reúne criadores e técnicos no MT

O estado do Mato Grosso reúne alguns dos grandes projetos pecuários do mundo, por isso, a Alta em parceria com a Regional Rondônia e a Regional Cuiabá Sul, reuniu no mês de abril, cerca de 40 pessoas entre clientes e técnicos para importantes visitas técnicas no estado.

Na oportunidade os convidados visitaram três importantes criatórios fornecedores de genética para a Alta: Nelore Grendene, Fazenda Batuque e Fazenda Camparino. Em todas as propriedades conheceram o processo de seleção, critérios utilizados no melhoramento genético, manejo nutricional, produção de touros de Central, touros para comercialização e touros de repasse das fazendas e principalmente, puderam ver de perto a evolução genética que as propriedades têm obtido ao longo das gerações.

As visitas tiveram início na Nelore Grendene, localizada em Cáceres, um dos maiores municípios do estado e a quarta cidade com maior número de bovinos do Brasil. Há seis anos a Nelore Grendene desafia a pecuária e comercializa em apenas um leilão anual, mil touros. Durante a visita os participantes puderem entender todo o processo de produção desses touros e a inclusão do sistema de integração lavoura-pecuária implantado na propriedade para dar ainda mais suporte na produção dos touros.

Saindo de lá, foram para a Fazenda Batuque do proprietário Flávio Teodoro Martins, que possui um trabalho focado no nelore mocho. A propriedade é conhecida pela qualidade genética do seu plantel com foco em importantes características econômicas da raça e por aliar importantes tecnologias para a evolução do rebanho. Flávio é filho e o sucessor de José Humberto Vilela, proprietário da Fazenda Camparino um dos mais antigos fornecedores de genética para a Alta das raças Nelore e Sindi.

Com quase 60 anos na atividade, a propriedade encerrou a programação de visitas. Tradicional, José Humberto, que sempre viveu da pecuária e tem um objetivo muito claro: utilizar todas as tecnologias a seu favor para produzir um animal que renda cada vez mais no gancho, ou seja, no frigorífico. A visão do pecuarista tanto nos aspectos morfológicos, quanto na seleção genética sempre foi em busca desse animal. “Hoje a Camparino colhe por ano cerca de 650 produtos de FIV (Fertilização in Vitro), o que joga o rebanho em uma dimensão genética muito maior. Com essa metodologia conseguimos selecionar melhor as doadoras e renová-las. Depois de várias avaliações que fazemos individualmente, conseguimos retirar as mais velhas do rebanho e substituir por novilhas. Isso diminui o intervalo de geração dos animais e nos permite uma velocidade de ganho genético bastante significativa”, explica a Técnica de Corte da Alta e Consultora Genética da Fazenda, Roberta Gestal.

Para o Gerente Distrital da Alta, Darci D’Anúncio três dias de muita troca de experiência e conhecimento, “Aprendemos muito com pessoas que estão há tantos anos trabalhando no mercado. Nesses momentos a troca de experiências é de grande valia e voltamos para casa com mais vontade de trabalhar e inovar”, finaliza.

 



Renata Paiva
Renata Paiva
Renata.Paiva@altagenetics.com
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